A tragédia se desenrolou em minutos. O fogo se espalhou de forma assustadora, consumindo tudo em seu caminho. As pessoas tentavam escapar, mas muitas caíram no chão, vítimas de asfixia ou queimaduras. A situação era dramática, e a resposta dos serviços de emergência foi rápida, mas insuficiente diante da magnitude do desastre.
Por volta das 2h30 da madrugada do dia 27 de janeiro, durante a apresentação da banda Decuri, um sinal de alerta foi disparado. Algumas pessoas notaram que havia fumaça saindo do teto da boate. Inicialmente, muitos pensaram que era parte do show, uma espécie de efeito pirotécnico. No entanto, logo perceberam que algo estava errado.
Na noite de 26 de janeiro de 2013, a Boate Kiss estava lotada. A casa de shows era conhecida por suas festas agitadas e apresentações de bandas de rock e gêneros variados. Naquela noite, a banda local Gurizada Fandangos havia se apresentado, seguida por outras atrações. O ambiente estava eletrizado, com centenas de jovens dançando e se divertindo.
Várias pessoas foram responsabilizadas pela tragédia, incluindo os proprietários da boate e os membros da banda que tocaram na noite do incêndio. A comoção nacional levou a mudanças significativas nas leis de segurança contra incêndios em estabelecimentos comerciais e locais de diversão em todo o Brasil.
Era uma sexta-feira à noite, como qualquer outra, em Santa Maria, Rio Grande do Sul. A cidade estava animada, com estudantes e jovens ansiosos para começar o fim de semana. A Boate Kiss, um dos locais de diversão mais populares da cidade, estava pronta para receber seus clientes. No entanto, ninguém poderia imaginar que aquela noite seria marcada por uma tragédia que chocaria o Brasil inteiro.
A tragédia na Boate Kiss foi um divisor de águas. O país inteiro ficou abalado com a notícia. O governo federal e estadual, juntamente com as autoridades locais, foram pressionados a investigar as causas do incêndio e a tomar medidas para evitar que tais tragédias se repetissem.